2018 UN Biodiversity Conference

On Tuesday, Working Group I discussed a series of items on information sharing, national reporting, and assessment and review, under the Convention and its Protocols, including:
•   knowledge management and communication under the Convention;
•   operations and activities of the Biosafety Clearing-House;
•   access and benefit-sharing (ABS) Clearing-House and information sharing under the Nagoya Protocol;
•   mechanisms for national reporting, and assessment and review under the Convention;
•   monitoring and reporting, and assessment and review under the Cartagena Protocol on Biosafety; and
•   monitoring and reporting under the Nagoya Protocol on ABS.

WG II addressed:
•    sustainable wildlife management;
•    conservation and sustainable use of pollinators;
•    Article 8(j) (traditional knowledge);
•    biodiversity and climate change.
•    enhancing integration under the Convention and its Protocols with respect to provisions related to ABS, biosafety, and Article 8(j);
•    the second work programme of the Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES);
•   spatial planning, protected areas, and other effective area-based conservation measures; and
•   marine and coastal biodiversity.

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Primeira chuva no Atacama em 500 anos destrói vários micróbios

Quando as chuvas caíram no deserto de Atacama, no Chile, pela primeira vez em séculos, cientistas esperavam ver a vida florescer. Em vez disso, quase todas espécies microbianas morreram. A chocante descoberta foi publicada na revista científicaScientific Reports.

A mudança climática no Oceano Pacífico resultou em chuva árida no deserto em 25 de março e 9 de agosto de 2015, e novamente em 7 de junho de 2017. Não houve evidências de chuva nesta região nos últimos 500 anos, embora relatórios do clima sugerem que isso deve ocorrer a cada século.

Uma equipe internacional de astrobiólogos que estuda a região estava "esperando por floresções e desertos majestosos", disse Alberto Fairén, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. "Mas foi o contrário, pois descobrimos que a chuva no núcleo hiperárido do Atacama causou extinção em massa da maioria das espécies microbianas indígenas."

Esta área do deserto abrigava 16 espécies diferentes de micróbios antigos. Mas depois da chuva, somente duas a quatro espécies ainda sobreviviam nas lagoas restantes.

A causa da extinção de cerca de 85% da vida no solo foi o "estresse osmótico" causado pela chegada da água. Os micróbios se adaptaram para sobreviver em condições extremas de secura, e não conseguiram lidar com rapidez ao súbito fluxo de água.

Leia Completo em Revista Galileu

Novo ministro de Relações Exteriores do Brasil acredita que as mudanças climáticas são “conspiração marxista”

É estarrecedora a escolha do embaixador Ernesto Araújo como ministro de Relações Exteriores. Sua nomeação contraria uma longa tradição da política externa brasileira e traz o risco de tornar o Brasil um anão diplomático e um pária global. O radicalismo ideológico manifesto nos escritos do futuro ministro cria, ainda, uma ameaça para o planeta, ao negar a mudança do clima e, presumivelmente, os esforços internacionais para combatê-la.

Araújo tem expressado posições fortes contra a globalização e contra o multilateralismo. Em nome dessa ideologia, e contrariando as evidências mais rasteiras, chama em seu blog Metapolítica 17 o combate à mudança climática de perversão da esquerda. Invoca uma teoria conspiratória segundo a qual existe um projeto “globalista” de transferir o poder do Ocidente para a China (uma contradição em termos). Parte desse grande complô seria o “climatismo”, que é como ele chama o esforço mundial para reduzir emissões de carbono – empreendido por líderes de todas as faixas do espectro político e com base em décadas de conhecimento científico acumulado.

Tal pensamento, caso prevaleça sobre o ofício do chanceler, será prejudicial ao Itamaraty e ao papel do Brasil no mundo. A diplomacia brasileira tem na defesa do multilateralismo um de seus pilares e, nos últimos 46 anos, vem se valendo do multilateralismo para projetar o Brasil na cena internacional em um dos poucos espaços nos quais o país é líder nato: a agenda ambiental.

O Itamaraty foi o primeiro ministério a entender como o patrimônio natural brasileiro é um dos ativos mais importantes dos tempos modernos. O Brasil foi protagonista na Conferência de Estocolmo, em 1972; foi berço das grandes convenções de ambiente e desenvolvimento sustentável da ONU e da Agenda 21, em 1992; liderou na defesa dos países em desenvolvimento no Protocolo de Kyoto, em 1997; foi o parteiro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em 2012; e negociador fundamental do Acordo de Paris, em 2015. Agora, está escalado para sediar a próxima conferência do clima, a COP25, em 2019.

Abdicar essa liderança em nome de uma ideologia de tons paranoicos contrariaria diretamente o interesse nacional, que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prometeu colocar “acima de tudo” em sua campanha. Sendo o Brasil o sétimo maior emissor de gases efeito estufa do planeta, também poria em risco enormes porções da população global – inclusive no Ocidente, como demonstram os recentes incêndios florestais na Califórnia– num momento em que a melhor ciência nos diz que temos apenas 12 anos para prevenir os piores efeitos da crise do clima.

Leia completo em Conexão Planeta

Temperatura do planeta poderá aumentar 3,2 graus Celsius, muito além da meta de 1,5

RIO - As nações mais ricas do mundo estão longe de tomar as medidas necessárias para conter o aquecimento global e limitar as mudanças climáticas dele consequentes, aponta relatório divulgado nesta quarta-feira pela Climate Transparency, parceria internacional entre organizações e institutos dedicados à avaliação e pesquisa do tema. Segundo o levantamento, 82% da energia utilizada pelos países do G-20, grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta, ainda vem de combustíveis fósseis, uma das principais fontes de gases do efeito estufa emitidos pela ação humana, com Austrália, Arábia Saudita e Japão dependendo deles para mais de 90% de seu suprimento de energia.

Assim, se tudo continuar como está, no fim do século a temperatura média da Terra estará ao menos 3,2º Celsius acima da registrada no início da Revolução Industrial no século XIX, muito além da meta de 1,5º Celsius definida no Acordo do Clima de Paris, aponta o documento, intitulado “Brown to green” (“De marrom a verde”, em tradução livre). Ainda de acordo com relatório, nenhum dos países do G-20 assumiu até agora compromissos de cortes nas emissões compatíveis com este objetivo, e só a Índia está chegando perto, num caminho alinhado a um aquecimento de 2º Celsius, teto do acerto assinado na Conferência do Clima realizada na França em 2015. As nações do G-20 têm um papel fundamental no cumprimento deste compromisso, já que respondem por cerca de 80% das emissões globais de gases do efeito estufa.

Leia completo em O GLOBO.

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  76. enováveis sobem na matriz global (mas não fazem nem cócegas nos fósseis)
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  79. Semana do Meio Ambiente 2018 - UFSC
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  81. COMO A MUDANÇA DO CLIMA IMPACTA A SEGURANÇA NACIONAL E GLOBAL?
  82. Chega de Agrotóxicos
  83. Meio milhão de pessoas devem deixar a ilha devastada pelo furacão Maria
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  98. Methane production as key to the greenhouse gas budget of thawing permafrost
  99. O impacto destruidor do aquecimento global no Alasca
  100. A conscientização sobre as mudanças climáticas deve culminar em adoção de medidas

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